BALEADO
PM de folga mata cunhado a tiros durante briga: “Ciúmes da irmã”
CRIME
Uma mulher teria ido até o salão onde Maria Luiza trabalhava e a acusado de manter um relacionamento com o marido dela
O corpo de uma jovem de 19 anos foi encontrado às margens da BR-101, no Recife, menos de dois dias depois de ela desaparecer no bairro do Pina, na Zona Sul da cidade. Maria Luiza da Silva Cabral, conhecida como Malu, foi localizada durante a madrugada de sábado (29), em Passarinho, na Zona Norte.
A jovem havia sido vista pela última vez na noite de sexta-feira (28), quando entrou em um carro de aplicativo. A informação consta no boletim de ocorrência registrado pela mãe, que relatou à polícia que a filha havia saído de casa por volta das 22h. Segundo familiares, Maria Luiza havia dito que encontraria um empresário.
O corpo foi localizado por policiais militares durante rondas na região. Maria Luiza apresentava marcas de tiros e facadas, além de sinais de queimaduras.
Maria Luiza da Silva Cabral trabalhava como cabeleireira e manicure e era mãe de duas crianças, de 3 e 4 anos. De acordo com relatos de amigos e familiares, ela teria se envolvido em uma situação de conflito dias antes de desaparecer.
Na terça-feira (25), uma mulher teria ido até o salão onde Maria Luiza trabalhava e a acusado de manter um relacionamento com o marido dela. Durante a discussão, segundo os relatos, a mulher teria ferido uma amiga da jovem com uma tesoura.
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Ainda conforme familiares, posteriormente o homem teria oferecido dinheiro para que uma eventual denúncia não fosse feita. A família acredita que o encontro marcado para a sexta-feira estaria relacionado a essa promessa.
Imagens de uma câmera de segurança de um bar registraram Maria Luiza entrando em um carro na Rua Vila Teimosa, no Pina.
A família suspeita que o casal citado nos relatos tenha envolvimento na morte da jovem. A acusação, no entanto, é uma hipótese apresentada pelos familiares e não representa uma conclusão da investigação policial.
A Polícia Civil informou que o caso é investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Um inquérito foi instaurado, e diligências são realizadas para identificar os responsáveis e esclarecer a motivação do crime.
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