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Kainan Wesley é procurado pela polícia e pode ter participação na morte de Marcos Araújo Dias, executado em frente a uma creche no bairro Abranches, em Curitiba
O homem conhecido como ‘Matador do Abranches’ pode estar envolvido em um novo crime, cometido na manhã desta quinta-feira (12), em frente a uma creche no bairro Abranches, em Curitiba. O vulgo matador se chama Kainan Wesley e é procurado pela Justiça. Conforme informações oficiais, o indivíduo pode ter envolvimento em até 30 crimes de violência.
Na manhã desta quinta, Marcos Araújo Dias, de 40 anos, foi morto no momento em que deixava o filho no CMEI Nossa Senhora de Fátima. Outros filhos e a esposa da vítima presenciaram o crime. Uma câmera de segurança instalada no local flagrou o desespero dos familiares.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) iniciou as investigações sobre o crime nesta quinta e o ‘Matador do Abranches’ é apontado como um dos suspeitos de envolvimento no homicídio.
O indivíduo conhecido como ‘Matador do Abranches’ tem longa ficha criminal e uma história de vida marcada por violência. Kainan Wesley teria presenciado o assassinato do próprio pai, quando tinha apenas 4 anos. Na ocasião, em março de 2002, homens com falsos uniformes policiais armaram uma emboscada para tirar a vida de Paulo.
Após o crime violento, Kainan cresceu sem a presença do pai. Motivado pela sede de vingança, o rapaz prometeu ir atrás dos responsáveis pela morte do pai e acumulou nos últimos anos uma sequência de homicídios.
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Entre os crimes praticados pelo ‘Matador do Abranches’ está um cometido em junho de 2022, quando sequestrou e executou um primo que teria participação na morte do pai. O ato violento contou com torturas em área de mata e foi filmado pelos autores do assassinato.
Outro crime aconteceu em novembro de 2022, quando um jovem foi sequestrado após sair de casa para colocar o lixo. A vítima teria sido levada para um matagal e executada, porém, o corpo nunca foi encontrado.
Em outra oportunidade, que também é atribuída ao ‘Matador do Abranches’, um homem foi morto em um lava-car. No início Kainan negou o envolvimento, mas provas indicaram a participação do criminoso.

Os crimes foram gravados e tiveram as imagens divulgadas. Uma delegada da PCPR comentou a brutalidade dos casos. “A gente teve que ver para entender os casos, foi chocante […] Se anunciam como policiais, as vezes até usam a sirene, e disparam vários tiros”, comentou.
Nas imagens que mostram os homicídios cometidos pelo matador, Kainan aparece usando falsos uniformes policiais. O nome do foragido aparece na lista do Ministério da Justiça, porém, o indivíduo ainda não foi localizado.
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