CRIME PREMEDITADO

Médica é morta a tiros pelo genro após filha planejar ataque

A jovem teria arquitetado o assassinato dos pais depois de uma discussão com a mãe envolvendo tarefas domésticas

Tamela Dutcher e Bryanna Dutcher
Tamela Dutcher estava sentada no sofá da sala quando foi baleada (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Uma médica foi morta a tiros dentro de casa, no condado de Delaware, em Ohio, nos Estados Unidos. Segundo a polícia, o crime teria sido planejado pela própria filha da vítima, de 18 anos, que contou com a ajuda do namorado e de um amigo dele para executar o ataque.

Tamela Dutcher estava sentada no sofá da sala quando Christian Evans e Dajameous Payne invadiram a residência, pouco depois da meia-noite de 14 de agosto. Um dos suspeitos atirou contra o rosto da médica. O autor do disparo ainda não foi identificado.

Filha teria planejado ataque após discussão com a mãe

O marido de Tamela correu para socorrê-la ao ouvir o tiro, mas também foi alvo dos invasores. Os disparos, porém, não o atingiram. A dupla fugiu do local, e a médica foi levada para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com a investigação, Bryanna Dutcher teria arquitetado o assassinato dos pais depois de uma discussão com a mãe envolvendo tarefas domésticas. A jovem também mantinha um relacionamento escondido com Christian e, segundo o depoimento obtido pela polícia, temia que os pais descobrissem o namoro.

LEIA TAMBÉM

Na noite do crime, Bryanna teria informado ao namorado onde os pais estavam dentro da residência e permitido a entrada dos dois suspeitos. Após o ataque, ela inicialmente afirmou aos policiais que não sabia quem havia cometido o crime e chegou a apontar uma amiga da mãe como possível responsável.

A investigação, porém, apontou contradições no relato da jovem. Christian e Dajameous foram identificados como suspeitos, e a polícia encontrou um coldre e uma calça dentro de uma sacola que Christian teria descartado em uma caçamba.

Médica estudava violência entre adolescentes

Além de atuar na área da saúde, a médica que foi morta a tiros havia publicado um estudo sobre adolescentes envolvidos em homicídios. Em um artigo de 2002, ela e o coautor Daniel Davis analisaram características de jovens detidos por crimes violentos, incluindo diferenças entre homens e mulheres e aspectos raciais e socioeconômicos.

A polícia afirma que Bryanna teria mentido diversas vezes durante as primeiras etapas da investigação, o que dificultou a identificação dos envolvidos no crime.

Para mais notícias da categoria segurança, acesse o Massa.com.br.