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O médico se declarou culpado de múltiplas acusações, incluindo estupro e abuso sexual; ele filmava todos os crimes
Um médico foi condenado a 24 anos de prisão após admitir abuso sexual dentro de um hospital da cidade com cerca de sete pacientes. Novas informações divulgadas nesta semana indicam que os crimes podem ter sido ainda mais graves do que inicialmente apontado. O caso aconteceu em Nova York.
De acordo com documentos judiciais obtidos pela imprensa norte-americana, uma das vítimas era uma mulher de 47 anos em estado terminal, internada no NewYork-Presbyterian Queens. Em maio de 2022, o médico teria gravado a si próprio enquanto abusava da paciente, que estava inconsciente, entubada e sob cuidados intensivos.
Identificado como Zhi Alan Cheng, o médico se declarou culpado de múltiplas acusações, incluindo estupro e abuso sexual em primeiro grau. Além da pena de prisão, ele deverá cumprir 10 anos de supervisão após deixar o sistema penitenciário e permanecerá registrado como agressor sexual pelo resto da vida.
Outro caso envolve uma jovem de 19 anos, internada para uma cirurgia de retirada da vesícula. Segundo os autos, o médico entrou no quarto da paciente, afirmou ser especialista e teria injetado uma substância em seu soro antes do abuso. A vítima relatou ter acordado com dores, sem conseguir lembrar do que havia ocorrido.
Advogados que representam parte das vítimas também questionam a atuação do hospital e pedem uma investigação mais ampla sobre o caso. Há suspeitas de que outras situações semelhantes possam não ter sido totalmente esclarecidas.
A família da paciente em estado terminal optou por não dar continuidade ao processo judicial, alegando motivos de privacidade. Ainda assim, as ações civis seguem em andamento, com pedidos de responsabilização da instituição de saúde.
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