CRIME

Médico estupra colega durante almoço após usar drogas

A vítima relatou à polícia que passou a ter lembranças fragmentadas; a mulher percebeu que estava com roupas diferentes das que usava quando chegou ao apartamento

Médico preso
A vítima foi levada ao hospital (Foto: Reprodução/Adobe Stock)

Um médico foi preso em flagrante na noite de sexta-feira (7), em São Paulo, suspeito de estupro de vulnerável contra uma colega de trabalho, que também é medica. O caso aconteceu em um apartamento no bairro Cambuci, na região central da capital, e é investigado pela 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).

Segundo o boletim de ocorrência, a vítima havia combinado de almoçar com o colega para comemorar a publicação de artigos científicos. Durante o encontro, os dois consumiram bebidas alcoólicas e uma substância entorpecente.

Vítima também é médica e pediu ajuda à mãe e a amiga

A médica relatou à polícia que passou a ter lembranças fragmentadas após o consumo. Ela afirmou que sua memória nítida era de estar caindo no banheiro. Depois, ao recuperar parcialmente a consciência, tentou pedir ajuda à mãe e a uma amiga.

Ainda conforme o registro policial, a vítima teria percebido que estava com roupas diferentes das que usava quando chegou ao apartamento e sem alguns acessórios. Ela também relatou ter flashes de memória nos quais o investigado tentava manter uma relação sexual com ela.

LEIA TAMBÉM

Uma amiga recebeu uma mensagem da médica por volta das 21h pedindo ajuda. Ao chegar ao apartamento, encontrou a colega abalada e aparentemente sob efeito de alguma substância. A vítima foi levada ao Hospital da Mulher, onde recebeu atendimento e passou por perícia. Ela também relatou dores na região íntima.

Médico negou o crime

O médico foi preso e negou ter cometido o crime. Em depoimento, afirmou que os dois consumiram drogas após o almoço e que a colega passou mal, caiu no banheiro e foi levada por ele até o quarto.

O investigado também disse ter sofrido alterações de percepção e memória e afirmou não se lembrar de ter praticado qualquer ato sexual ou usado violência contra a médica. O caso segue sob investigação.

Para mais notícias da categoria segurança, acesse o Massa.com.br.