abusador em série

Monitor de transporte escolar é preso por estupro de alunos na Grande Curitiba

A polícia suspeita que o homem seja um abusador em série; os principais alvos eram meninos com deficiência (PCDs), autismo e não verbais

Monitor de transporte escolar preso em Almirante Tamandaré
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu, nesta quinta-feira (21), um homem investigado por estupro de vulnerável quando atuava como monitor do transporte escolar especial da rede municipal. (Foto: Reprodução/PCPR)

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu, nesta quinta-feira (21), um homem investigado por estupro de vulnerável quando atuava como monitor do transporte escolar especial da rede municipal. Segundo as investigações, os alvos principais eram meninos em condição de extrema vulnerabilidade, incluindo alunos com deficiência (PcD), autistas e não verbais.

Monitor de transporte preso por estupro era um possível abusador em série

De acordo com a polícia, o crime veio à tona após denúncias formalizadas pela Rede de Proteção do município. Os relatos apontaram que o monitor apresentava um comportamento agressivo e completamente incompatível com a sua função, que incluía intimidações e o uso de força física contra os alunos.

Além disso, a polícia concluiu que o investigado se aproveitava de momentos em que ficava de costas ou de lado no veículo para não ser visto, e forçava contatos corporais inadequados e toques nas partes íntimas dos alunos.

Pela recorrência e reiteração das condutas mapeadas pelas equipes, a PCPR trabalha com a linha de investigação de que não se trata de um caso isolado, mas sim de um possível abusador em série.

Monitor de transporte é preso por estupro de vulnerável

Sabendo do risco iminente às vítimas e pelo fato de o suspeito violar seu dever de proteção na condição de garante, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do homem.

“A Polícia Civil reforça o seu compromisso intransigente com a proteção e a segurança dos mais vulneráveis em nossa sociedade”, afirma o delegado responsável pelo caso, Leandro Vadalá Almeida. “É fundamental que a sociedade e as famílias compreendam que o crime de estupro de vulnerável não se configura apenas com a conjunção carnal. A prática de qualquer ato libidinoso – como toques inadequados, abraços forçados ou carícias com conotação sexual – contra crianças, adolescentes ou pessoas que não possuem o discernimento necessário para oferecer resistência, enseja penalidades severas. Não toleraremos que indivíduos utilizem cargos de confiança e a condição de garante para violar a integridade física e psicológica de nossas crianças.”

O preso foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

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