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Mulher que fingiu ter 12 anos teria enganado grupo de igreja na Grande Curitiba

Uma das fiéis se compadeceu da história da “menina” e até tatuou o nome utilizado por ela na época; a Polícia Civil do Paraná (PCPr) reabriu a investigação

Mulher que fingiu ter 12 anos teria passado por Colombo
Uma mulher de 37 anos foi presa após fingir ter 12 e enganar um família em Santa Catarina. Agora, o caso ganha uma repercussão no Paraná. (Foto: Reprodução/Rede Massa)

Amanda Maria Souza de Oliveira, de 37 anos, foi presa após fingir ter 12 anos e enganar um família em Joinville, Santa Catarina. Agora, o caso ganha um “novo fôlego” com um boletim de ocorrência feito no Paraná. Um grupo de oração em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, afirma ter sido vítima da golpista.

De acordo com informações da Polícia Civil do Paraná (PCPR), o caso em Colombo teria acontecido em meados de 2021, ainda durante a pandemia da Covid-19. Naquela época, a mulher se apresentou como Emily, de 13 anos, e disse que estava com um câncer terminal.

Segundo o boletim de ocorrência, a mulher começou a participar do grupo de oração online e cativou os fiéis da reunião. Uma das vítimas teria, inclusive, feito uma tatuagem em homenagem à história da “criança”, como se apresentava. Tudo mudou quando a mulher começou a pedir dinheiro.

Mulher que fingiu ter 12 anos pediu dinheiro em grupo de oração

Segundo relato do fiéis, a mulher começou a pedir dinheiro para o grupo. Foi aí que, desconfiados, os integrantes do grupo de oração decidiram registrar um Boletim de Ocorrência em um batalhão da Polícia Civil do Paraná (PCPR) em Colombo.

À época, o caso chegou a ser investigado. No entanto, como não foi possível chegar a suspeita, o inquérito foi arquivado. Agora, com as novas informações, a mulher que fingiu ter 12 anos será investigada.

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Em Colombo, ela disse que tinha um câncer terminal

Diferente da história registrada em Santa Catarina, a mulher teria se apresentado, em Colombo, como Emily. Nessa “versão”, a criança teria 13 anos e estaria enfrentando um câncer terminal. O relato dos fiéis é de que o contato teria durado cerca de 10 meses, de forma online (como era comum na pandemia).

Ainda segundo o relato, muitas transferências bancárias chegaram a ser feitas para a mulher. A expectativa é de que o caso do Paraná volte a ser investigado agora que a mulher foi presa.

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