Investigação

Mulher morta em distribuidora tinha pedido medida protetiva 9 dias antes do crime

Janaína Fernanda Rodrigues Pinto foi morta a tiros no banheiro da distribuidora onde trabalhava no bairro Uberaba; delegada revela detalhes da investigação

Montagem com fotos do local do crime e da mulher morta na distribuidora
Mulher morta em distribuidora era mãe e trabalhava no local onde foi morta a tiros (Foto: Reprodução/ Rede Massa/ Redes Sociais

A mulher morta em uma distribuidora de bebidas na manhã desta segunda-feira (16), tinha pedido uma medida protetiva contra o ex-companheiro nove dias antes do crime. Janaína Fernanda Rodrigues Pinto tinha 32 anos e trabalhava no estabelecimento comercial localizado na Rua Helena Carcereri Perkarski, no bairro Uberaba, em Curitiba. A Polícia Civil do Paraná (PCPR) investiga o caso e não confirmou quem são os suspeitos pelo crime.

Uma câmera de segurança instalada próximo a distribuidora flagrou um casal saindo do comércio instantes após os disparos de arma de fogo. Conforme a delegada Janaína Garcia, apesar do registro inicial como violência doméstica, nenhuma hipótese está descartada.

“A PCPR, por meio da Delegacia da Mulher da Capital, com apoio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, cumpriu diligências preliminares ainda no local. Os autores ainda não foram presos e, apesar de existir uma linha investigativa no contexto de violência doméstica, nenhuma outra foi descartada”, comentou a delegada Janaína Garcia.

Mulher morta em distribuidora tinha relacionamento conturbado

A mulher morta em uma distribuidora de bebidas, em Curitiba, vivia um relacionamento conturbado com o ex-companheiro. Por conta de brigas e desentendimentos, Janaína chegou a registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.) e solicitou uma medida protetiva no início deste mês de março. Na ocasião, a mulher teria sido expulsa de casa pelo companheiro.

“Infelizmente a vítima tinha registrado um BO antes do acontecimento, contra seu ex-convivente, de uma relação que durou aproximadamente 6 anos. Inicialmente a linha de investigação está como violência doméstica, mas não descartamos nenhuma hipótese”, completou a delegada.

A PCPR segue nas investigações e tenta localizar os envolvidos na morte de Janaína. Os detalhes das diligências estão sob sigilo.

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