Investigação
Mulher morta em distribuidora tinha pedido medida protetiva 9 dias antes do crime
gangue de mulheres
Em 2020, uma série de reportagens do Tribuna da Massa denunciou uma quadrilha de mulheres que furtava carteiras nos ônibus de Curitiba; Janaína era parte da gangue
Janaína Rodrigues, de 32 anos, foi morta a tiros dentro de uma distribuidora no bairro Uberaba, em Curitiba, na tarde da última segunda-feira (16). Nesta quinta-feira (19), uma reportagem do Tribuna da Massa mostrou que a vítima fazia parte de uma quadrilha que cometia furtos no interior de ônibus em Curitiba. A quadrilha atuou com força na capital paranaense em 2020.
Em 2020, uma série de reportagens do Tribuna da Massa denunciou uma quadrilha de mulheres que furtava carteiras nos ônibus de Curitiba. A quadrilha atuava especificamente nos ônibus que paravam na estação-tubo da Praça Eufrásio Corrêa, no Centro. Por lá, as mulheres ficaram conhecidas pela série de furtos nas linhas Santa Cândida/Capão Raso e Centenário/Campo Comprido.
Na época, o caso dos furtos viralizou por uma falsa acusação de racismo. A mulher que fingiu sofrer racismo era parte da gangue, que era formada por cinco mulheres, inclusive Janaína Rodrigues.
De acordo com apuração, Janaína Rodrigues foi presa seis vezes por furtos parecidos com o do ônibus. No entanto, a sua morte não tem ligação com esses casos.
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A morte da mulher na distribuidora está sendo tratada como um feminicídio. Janaína tinha pedido uma medida protetiva contra o ex-companheiro nove dias antes do crime. A vítima tinha 32 anos e trabalhava no estabelecimento comercial localizado na Rua Helena Carcereri Perkarski, no bairro Uberaba, em Curitiba.
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