Nojento

Paramédico é condenado após urinar e ejacular em alimentos de colegas de trabalho

Profissional de saúde gravava vídeos contaminando os alimentos do quartel para vender assinaturas em um site de conteúdo adulto

Um paramédico foi condenado a 25 anos de prisão após gravar vídeos contaminando a comida dos próprios colegas de trabalho. Entenda o caso.
O paramédico atuava na equipe de resposta rápida do Corpo de Bombeiros (Foto: Reprodução)

Um caso chocante terminou em uma condenação de 25 anos de prisão nesta semana. Christopher Carroll, um paramédico de 36 anos, foi condenado após confessar que urinava e ejaculava na comida, nas bebidas e até nos equipamentos dos próprios colegas de trabalho.

Para lucrar com a situação, o profissional gravava todos os atos escondidos e vendia o material na internet. O caso bizarro aconteceu no Condado de Baltimore, em Maryland, nos Estados Unidos.

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Vídeos vendidos na internet

De acordo com os registros judiciais, os crimes teriam começado em setembro de 2025. Christopher, que atuava na equipe de resposta rápida do Corpo de Bombeiros local, se declarou culpado das acusações. Em depoimento, ele revelou que o objetivo dos crimes era ganhar dinheiro e se tornar uma espécie de “astro pornô”.

O paramédico publicou pelo menos 64 vídeos em um site de conteúdo adulto focado em fetiches, onde os assinantes pagavam cerca de US$ 7 para acessar o material. Em uma das gravações, Christopher urinou dentro da máquina de gelo do quartel, misturou o líquido com uma pá e depois se limpou com o utensílio. Mais de uma dezena de funcionários utilizaram a máquina posteriormente.

Contaminação de café e equipamentos

A investigação detalhou que os ataques do socorrista aconteciam em diversas áreas comuns da instalação. O paramédico foi flagrado em vídeo ejaculando dentro de uma garrafa de creme para café, que logo depois foi devolvida para a geladeira coletiva do batalhão. Ele também espalhava fluidos corporais sobre as panelas de comida preparada para as equipes.

Segundo o promotor responsável pelo caso, o homem chegou a ejacular sobre o teclado de computador de uma supervisora. O equipamento ficava na mesma mesa onde ela costumava fazer o café da manhã e o almoço diariamente. Com a condenação a mais de duas décadas em regime fechado, Christopher perdeu o cargo e foi encaminhado ao sistema prisional.

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