CONFUSÃO
Pai mata segurança de baile após saber que filho teria sido agredido
FEMINICÍDIO
A filha do casal, de apenas três anos, estava com o homem após o crime
Patrícia Firmino da Silva, de 41 anos, foi morta a facadas dentro da própria casa, em Jaguapitã, no Norte do Paraná, na tarde do último domingo (1º). O principal suspeito do feminicídio é o ex-companheiro da vítima, de 39 anos, preso em Maringá.
O homem foi detido após provocar um acidente de trânsito durante a tentativa de fuga. A filha do casal, de apenas três anos, estava com o homem após o crime.
De acordo com informações da Polícia Militar do Paraná (PMPR), depois de esfaquear Patrícia, o suspeito foi até a casa de um familiar levando a criança. No local, ele teria relatado que havia retirado a menina da residência da mãe e atacado Patrícia Firmino da Silva com uma faca.
Após deixar a filha com os parentes, o homem fugiu em um Ford Ka. A família acionou a polícia, que foi até a casa da vítima para verificar a denúncia. Ao entrar no imóvel, os policiais encontraram Patrícia caída no chão da cozinha, com diversos ferimentos provocados por golpes de faca.
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Uma equipe de socorro foi chamada, mas a morte da mulher foi confirmada ainda no local. A área passou por perícia, e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML). A menina permaneceu sob os cuidados dos familiares.
Com as informações sobre o veículo utilizado na fuga, equipes policiais iniciaram buscas pela região. O Ford Ka foi localizado por policiais do Pelotão de Choque de Maringá, no Contorno Sul.
Ao perceber a aproximação da viatura, o motorista tentou fugir. Durante a tentativa de entrar no bairro Porto Seguro, ele avistou uma viatura da Guarda Civil Municipal e realizou uma manobra que terminou em uma colisão frontal com outro carro, ocupado por um casal.
As duas pessoas que estavam no segundo veículo precisaram de atendimento médico, e equipes do Samu foram acionadas.
O suspeito foi preso e levado ao Hospital Universitário de Maringá. Após receber alta médica, deverá ser encaminhado à delegacia e, posteriormente, transferido para Jaguapitã, onde ficará à disposição da Justiça.
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) ficará responsável pela continuidade das investigações para esclarecer as circunstâncias do feminicídio.
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