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IAT bloqueia acessos irregulares no Pico Paraná após resgate

Trilhas irregulares apresentam riscos para visitantes e receberam novas sinalizações de alerta.

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Foto: IAT

O Parque Estadual Pico Paraná recebeu intervenções neste final de semana para impedir o acesso a trilhas clandestinas e garantir a integridade dos montanhistas.

O Instituto Água e Terra (IAT) fechou dois pontos de acesso do Pico Paraná considerados impróprios, localizados entre os municípios de Campina Grande do Sul e Antonina, visando evitar novos casos de visitantes perdidos na unidade.

Mudança de acesso no Pico Paraná após resgate

A primeira ação ocorreu na sexta-feira (9), com a instalação de cercas e placas de sinalização em um acesso secundário irregular logo no início da trilha principal.

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Já no domingo (11), as equipes bloquearam um ponto próximo ao cume que foi utilizado recentemente por um jovem de 20 anos. O rapaz permaneceu desaparecido por cinco dias no início deste ano após se perder na região.

Mais segurança para os visitantes

As medidas buscam assegurar que os visitantes utilizem exclusivamente os caminhos oficiais e monitorados. O controle rigoroso do fluxo é essencial para a gestão da Unidade de Conservação (UC).

Além do risco físico em áreas de difícil acesso, o descumprimento das normas de segurança e o uso de entradas não autorizadas podem resultar em multas para os frequentadores.

Pico Paraná é o ponto mais alto do Sul

O complexo abriga o ponto mais alto do Sul do Brasil, com mais de 1.800 metros de altitude, e exige preparo físico para caminhadas que variam entre 3,5 km e 10 km.

A região é um santuário de biodiversidade, preservando espécies ameaçadas como a onça-pintada e a suçuarana, além de uma flora densa composta por árvores centenárias.

Acesso ao parque pede cadastro

Para visitar o parque com segurança, o interessado deve realizar o cadastro obrigatório na base de atendimento do IAT localizada no final da estrada de acesso.

Informações detalhadas sobre as condições das trilhas e normas de visitação podem ser consultadas diretamente no site oficial do Instituto Água e Terra ou nos canais de atendimento da Unidade de Conservação.

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