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Suspeito do desaparecimento das primas foi visto em Maringá nesta semana

A informação é de um frentista entrevistado pela Rede Massa | SBT

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Clayton Antonio da Silva Cruz, conhecido como 'Dog Dog', foi visto em um posto de gasolina em Maringá, no norte do Paraná, na última terça-feira (5).

Clayton Antonio da Silva Cruz, conhecido como ‘Dog Dog’, foi visto em um posto de gasolina em Maringá, no norte do Paraná, na última terça-feira (5).Isso é o que afirma um frentista entrevistado pela rede Massa | SBT. Clayton é o principal suspeito do desaparecimento da primas de Cianorte Stella Dalva Melgari Almeida e Letycia Garcia Mendes.

Segundo o frentista, Clayton passou pelo posto na mesma motocicleta flagrada por câmeras de segurança. O frentista o reconheceu pela tatuagem de anjo no pescoço. A informação é da Rede Massa e não foi confirmada pela polícia.

Suspeito envolvido com primas desaparecidas de Cianorte aparece em câmeras

A imagens, conseguidas com exclusividade pela Rede Massa | SBT, mostram Clayton passando com uma moto pela Avenida Herval, no dia 24 de abril, por volta do meio-dia. A reportagem mostra que Clayton estava em Cianorte no dia 22, após o desaparecimento das primas, e esteve em Maringá dias depois.

No caso, Clayton já apareceu em três veículos: uma Hilux preta, um Onix e, agora, uma motocicleta possivelmente preta. Nesta semana, a Polícia Militar do Paraná, BOPE e Polícia Civil fizeram buscas no local que o celular de uma delas se conectou à internet pela última vez.

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Segundo informações apuradas pela Rede Massa | SBT, uma Hilux parecida com a de Clayton foi encontrada na região em que o celular de uma das meninas teve sinal. No entanto, não há confirmação sobre se o veículo é o mesmo do suspeito. A região é uma zona rural de Paranavaí, cerca de 90 km de onde as primas desaparecidas foram vistas pela última vez.

Primas estão desaparecidas há quase 20 dias

Na última semana a PCPR informou que, com base nos depoimentos, reconhecimento formal, análise de deslocamento e relatório investigativo, a principal linha de investigação é a de possível crime de homicídio.

O último contato com a família aconteceu enquanto elas estavam em uma residência no dia 20 de abril. Na ocasião, informaram que seguiriam para uma festa no município de Maringá. Desde então, não retornaram para casa nem voltaram a se comunicar com os parentes.

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