entrevista

Mães das primas desaparecidas falam sobre o caso: “Há esperança”

Elas contaram sobre a angústia de esperar notícias e se defenderam das acusações contra as filhas

Mães das primas desaparecidas
As mães das primas desaparecidas, Sttela Dalva Melgari Almeida e Letycia Garcia Mendes, falaram com a Rede Massa | SBT. (Foto: Reprodução/Rede Massa)

As mães das primas desaparecidas, Sttela Dalva Melgari Almeida e Letycia Garcia Mendes, falaram com a Rede Massa | SBT. Em reportagem exibida nesta quarta-feira (20), elas contaram sobre a angústia de esperar notícias e se defenderam das acusações contra as filhas.

Desde que a polícia identificou Clayton Antonio da Silva Cruz como o suspeito, muitos se questionam sobre porquê as meninas estariam andando com um foragido da Polícia Civil do Paraná (PCPR). Antes do desaparecimento, “Cleitinho do Pó”, como é conhecido, já era procurado por furto e envolvimento com tráfico.

“Eu quero a minha filha, eu quero a minha sobrinha, eu quero a verdade. Se o cara era perigoso, a gente não sabe. As pessoas julgam, falam: ‘Ah, mas ele é bandido, porque as meninas estavam com ele?’ E eu pergunto: ‘Ta escrito bandido na testa de alguém?’. E a maioria das pessoas que andou com ele diz que ele era uma boa gente”, disse a mãe de Letycia.

A mãe de Sttela comentou sobre a esperança de reencontrar a filha.

“Há uma esperança, né. Deus fala para a gente não perder a esperança nunca. Mas que dê uma notícia para nós, estamos muito aflitas. Queremos saber a verdade”, disse.

As mães também fizeram um apelo e pediram para que Cleyton informe onde estão as primas desaparecidas.

Caso das primas desaparecidas completa um mês

O caso das primas desaparecidas, Sttela Dalva Melgari Almeida e Letycia Garcia Mendes, completa exatamente 30 dias nesta quarta-feira (20). Até o momento, a polícia não encontrou as meninas e nem o principal suspeito, Clayton Antonio da Silva Cruz, conhecido como “Cleitinho do Pó” ou “Dog Dog”.

Mas, afinal, o que aconteceu com as primas? A última vez que as meninas foram vistas pela família foi no dia 20 de abril; imagens de segurança, no entanto mostram as meninas saindo de uma boate em Paranavaí no dia 21 de abril, feriado de Tiradentes. A Rede Massa | SBT produziu uma reportagem completa com todos os detalhes da investigação até o momento. Veja aqui.

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