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Crime brutal
Jamie Varley teria gritado desesperadamente ao levar criança de 13 meses sem vida ao hospital na Inglaterra
O julgamento de Jamie Varley, de 37 anos, chocou a Inglaterra nesta semana. O professor é acusado de abusar sexualmente e matar um bebê de apenas 13 meses, que havia adotado recentemente com seu parceiro.
De acordo com o tribunal, o homem chegou ao hospital de Blackpool com o o pequeno Preston Davey, inconsciente nos braços. Testemunhas afirmam que ele estava histérico e implorava para que os médicos salvassem a criança.
No entanto, o que mais chamou a atenção foi uma frase dita por ele no auge do desespero. Varley teria gritado aos socorristas: “Eu matei ele”, conforme relatado durante as audiências do caso ocorrido em julho de 2023.
O paramédico Simon Crabb descreveu a cena como aterrorizante. Ele viu Varley correndo com o bebê “mole” nos braços, informando que o menino não estava respirando. Enquanto a equipe tentava reanimar Preston, o professor alegava que o deixou sozinho no banho por poucos minutos.
Apesar dos esforços intensos da equipe médica, que duraram quase uma hora, a morte de Preston foi confirmada. O bebê não resistiu à gravidade do seu estado clínico ao dar entrada na unidade de emergência.
A investigação, porém, começou a desmoronar a versão do professor rapidamente. Uma médica anestesista afirmou ao júri que não havia água nos pulmões da criança, o que descarta a hipótese de afogamento acidental no banho.
O caso se torna ainda mais sombrio com os detalhes da autópsia. O exame post-mortem identificou 40 ferimentos no corpo do bebê. Preston estava sob os cuidados do casal há apenas quatro meses quando morreu.
Além das agressões físicas, Varley e seu parceiro, John McGowan-Fazakerley, de 32 anos, são acusados de abuso sexual contra o menor. A polícia encontrou imagens e vídeos indecentes da criança nos dispositivos dos suspeitos.
A acusação sustenta que o bebê era rotineiramente maltratado na residência do casal em Blackpool. Enquanto Varley responde pelo assassinato, McGowan-Fazakerley é acusado de permitir a morte da criança e de cumplicidade nos abusos.
Os réus negam todas as acusações de abuso sexual e agressão. A defesa tenta focar no estado emocional de Varley no momento do incidente, mas as evidências forenses apresentam um cenário de violência contínua e deliberada.
O tribunal continua ouvindo testemunhas e especialistas para determinar a sentença final.
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