Acidente de trânsito
investigação
José da Silva, professor de uma escola de futebol, foi condenado por importunação sexual e estupro de menores, mas aguarda o fim do processo em liberdade
O ex-professor José da Silva foi condenado por estupro de vulnerável e importunação sexual após denúncias feitas, em Curitiba, no Paraná. Uma reportagem da Rede Massa | SBT mostrou detalhes exclusivos de como o treinador atraia os alunos de futebol para os abusos.
A investigação começou em 2025. Conforme as denúncias apresentadas pelos pais, o professor da escolinha de futebol atraía os meninos para “massagens” com promessas de melhor desempenhos nos treinos. Além disso, como “recompensa” o professor prometia mais visibilidade no time às vítimas.
Prints exclusivos da Rede Massa | SBT mostram algumas das conversas do professor José da Silva com os meninos. Os prints chamam atenção pelos diálogos falando em nudez e, muitas vezes, já à noite.

Ao longo da investigação, a polícia recebeu vários relatos dos alunos da escolinha de futebol. Em entrevista à Rede Massa | SBT, um dos pais desses meninos relatou que o professor José da Silva havia prometido ao filho o posto de capitão do time.
O professor chegou a ser preso de forma preventiva. No entanto, ele foi colocado em liberdade após ser acusado somente de importunação sexual. A defesa dos meninos recorreu e o professor foi condenado por estupro de dois menores e importunação.
Como a defesa do professor José da Silva também recorreu, ele aguarda o fim do processo em liberdade. Se realmente condenado, o professor pode ficar preso por mais de 30 anos.
Em depoimento à polícia, o professor que negou que tenha tocado nas partes íntimas dos meninos. No entanto, ele confessou que “tocar na virilha” poderia prevenir as “cãimbras” dos alunos, por isso esse movimento fazia parte das massagens.
Além das massagens, um dos meninos relatou que o professor já havia colocado conteúdo pornográfico para ele assistir. Em uma das “noites da pizza” da casa de José da Silva, ele teria colocado o conteúdo e perguntado se o menino faria sexo oral.
O caso ainda aguarda o parecer final da Justiça. Veja a reportagem completa aqui.
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