MAIS DE 1 ANO DE BUSCAS

Restos mortais de professora desaparecida são encontrados

Dois irmãos que trabalhavam em uma propriedade na região encontraram um crânio humano

María Angélica Romero
María Angélica Romero desapareceu em março de 2025 (Foto: Reprodução/La Nacion)

Uma professora aposentada de 64 anos, que estava desaparecida há cerca de um ano e meio, foi encontrada morta em uma área rural de Salta, no noroeste da Argentina. María Angélica Romero desapareceu em março de 2025 e teve a identidade confirmada por meio de exames de DNA realizados pela polícia provincial.

A mulher deixou a casa onde morava, em La Silleta, na manhã de 12 de março de 2025, sem documentos, dinheiro ou outros pertences. Na época, moradores relataram tê-la visto caminhando por uma trilha que leva até um rio.

Restos mortais foram encontrados em área rural

As buscas mobilizaram policiais, bombeiros e voluntários. Durante a operação, foram encontrados um par de tênis e uma jaqueta que pertenciam à professora, mas nenhuma pista definitiva sobre seu paradeiro foi localizada.

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A investigação ganhou uma nova pista em fevereiro de 2026, quando dois irmãos que trabalhavam em uma propriedade na região de El Encón Grande encontraram um crânio humano.

Crânio é encontrado e exame de DNA identifica professora

Os homens faziam reparos em uma cerca danificada pela cheia de um rio quando perceberam que os cães apresentavam um comportamento estranho. Ao verificarem o local, encontraram o crânio e acionaram as autoridades.

O material foi recolhido e submetido a exames genéticos. Cerca de seis meses depois, os testes confirmaram que os restos mortais pertenciam a María Angélica.

Família ainda busca respostas

Após a conclusão dos procedimentos legais, os restos mortais foram liberados para a família. O velório ocorreu na segunda-feira (31), em La Silleta, seguido de uma missa e do sepultamento.

Apesar da identificação, os familiares ainda tentam descobrir o que aconteceu com a professora encontrada morta e quais foram as circunstâncias da morte. O caso continua sendo investigado pelas autoridades argentinas.

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