Segurança
Profissionais da enfermagem fazem greve em Curitiba e reivindicam piso salarial
Profissionais da enfermagem de hospitais particulares de Curitiba entraram em greve nesta quarta-feira (29). Desde às 10h, os enfermeiros estão realizando atos e manifestações.
A principal reinvindicação da greve é o pagamento do piso salarial da enfermagem. O projeto de lei que estabelecia o piso foi aprovado e sancionado pelo presidente Lula (PT), mas, segundo a categoria, o valor não está sendo pago.
O piso fixa o valor de R$ 4.750 para enfermeiros, R$ 3.325 para os técnicos de enfermagem e de R$ 2.375 para os auxiliares e parteiras. A categoria afirma ainda que algumas funções estariam sendo descaracterizadas, para que o piso não seja pago.
A paralização dos profissionais ocorre em todo o Brasil. Em Curitiba, a greve da enfermagem é coordenada pelo Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Curitiba e Região (Sindesc). O ato começou de manhã, na frente dos seguintes hospitais:
- Hospital Evangélico Mackenzie
- Hospital Santa Casa de Curitiba
- Hospital Nossa Senhora das Graças
- Hospital Pequeno Príncipe
- Hospital Cajuru e Marcelino Champagnat
- Hospital das Nações
- Hospital do Rocio (Campo Largo)
- Hospital Angelina Caron (Campina Grande do Sul)
- Hospital São Vicente
- Hospital do Idoso Zilda Arns
- Hospital Santa Cruz
- Hospital Cruz Vermelha
Às 10h, houve concentração na Praça Rui Barbosa. Outro ato estava marcado para às 14h.
A greve não afeta o funcionamento dos hospitais. Segundo o Sindesc, a Justiça do Trabalho determinou no dissídio de greve que 95% dos profissionais de setores críticos devem permanecer nos postos de trabalho, e 70% nos demais setores.
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