TRAGÉDIA

Avó, mãe e filha morrem após queda de helicóptero

O piloto Alessandro Rocha também morreu após o acidente; ele deixou esposa e três filhos

Rocio Cubillos, Wendy Manrique e Sofia Murillo
Entre os mortos estão três turistas colombianas da mesma família (Foto: Reprodução/Redes sociais)

As quatro vítimas da queda de helicóptero no Rio de Janeiro foram identificadas após o acidente na manhã de sábado (8), na região da Vista Chinesa, no Alto da Boa Vista. Entre os mortos estão três turistas colombianas da mesma família e o piloto brasileiro da aeronave.

As passageiras eram Sofia Murillo, de 17 anos, Wendy Manrique, de 37 anos, e Rocio Cubillos, de 59 anos . A adolescente era influenciadora digital e tinha cerca de 250 mil seguidores nas redes sociais, onde compartilhava conteúdos sobre cuidados com a pele e rotina.

Piloto também morreu após queda de helicóptero

As três estavam no Brasil para participar da comemoração de 15 anos de uma familiar. O grupo havia contratado um passeio turístico de helicóptero, mas, como a aeronave tinha capacidade para apenas três passageiros, parte da família permaneceu aguardando o retorno do voo.

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O helicóptero era pilotado por Alessandro Rocha, aviador com cerca de 20 anos de experiência em voos e instrução com helicópteros e ultraleves. Ele deixou esposa e três filhos.

Helicóptero caiu em área de mata fechada

O passeio foi realizado na modalidade doors off, quando a aeronave opera com as portas abertas. O voo custou R$ 2.550 e tinha duração prevista de aproximadamente 20 minutos, passando por pontos turísticos do Rio e pela Floresta da Tijuca.

O helicóptero, um Robinson R44, caiu por volta das 11h em uma área de mata fechada e de difícil acesso. A queda provocou um incêndio na vegetação, que foi controlado pelo Corpo de Bombeiros.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro, por meio da 19ª DP (Tijuca), e o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) apuram as causas da queda de helicóptero no Rio de Janeiro.

Aeronave estava com documentação regular

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a aeronave estava com o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade regular e válido no momento da ocorrência.

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