animais em risco
e a investigação?
Em nota, o advogado do Policial Militar Junior Sancho afirma que a Justiça acolheu o pedido apresentado em habeas corpus e determinou a expedição de alvará de soltura; Sancho foi preso em investigação sobre tortura, fraude e mais
A defesa do Policial Militar Junior Sancho Cambuhy, conhecido como “Sancho Loko”, divulgou uma nota nesta sexta-feira (17) garantido a soltura do PM. De acordo com a nota, a Justiça concedeu liberdade ao soldado Sancho após uma liminar da defesa.
“A defesa do soldado Marcionílio Sancho Cambuhy Junior, representada pelo escritório Dalledone & Advogados Associados, informa que a Justiça acolheu o pedido apresentado em habeas corpus e determinou a expedição de alvará de soltura, com a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares. Na decisão, o desembargador relator entendeu que a situação apresentada no caso não justifica a manutenção da prisão preventiva, destacando que as peculiaridades do processo e as condições pessoais favoráveis de Sancho autorizam a concessão da medida. ‘Soldado Sancho é um homem livre. Vai ser posto em liberdade nas próximas horas’, explica o advogado Cláudio Dalledone Júnior. Com isso, Sancho deverá cumprir medidas cautelares como recolhimento domiciliar noturno e nos fins de semana, apresentação mensal em juízo e proibição de se afastar da comarca por mais de sete dias”, diz a nota do escritório Dalledone & Advogados Associados.
A informação ainda não foi confirmada pelos órgãos oficiais.
O PM Sancho Loko foi preso no dia 8 de abril em uma operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado). Ele e outros PMs são investigados por suspeita de tortura, fraude processual, lesão corporal e falsidade ideológica.
Entre os investigados, o que mais chama atenção é o PM Sancho Loko. Nas redes sociais, o policial acumula mais de 200 mil seguidores e compartilha vídeos falando do trabalho e mostrando um pouco da atuação. Foi, inclusive, um pouco dessa aparição do policial que chamou atenção para a investigação.
O caso segue sendo investigado pelo Gaeco e pelo Ministério Público.
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