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Validação por reconhecimento facial com prova de vida valerá para planos pré e pós-pagos; quem não regularizar a linha até 2029 pode ter o número cancelado
Comprar um chip ou manter uma linha de celular ativa vai exigir um passo extra no Brasil, pois a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou novas diretrizes que tornam obrigatória a validação por biometria facial para todos os usuários de telefonia móvel do país.
A medida foi criada para fechar o cerco contra fraudes, golpes virtuais e clonagem de números, garantindo que o real titular da linha seja identificado no momento do cadastro.
A autenticação será feita por meio de reconhecimento facial com o recurso de “prova de vida”, evitando o uso de fotos estáticas ou documentos falsificados por criminosos. As informações coletadas serão cruzadas com bancos de dados públicos e privados já existentes.
Os clientes poderão realizar o procedimento diretamente nos canais de atendimento presenciais das operadoras, além das plataformas digitais, como sites e aplicativos de cada empresa.
Nos casos em que o usuário enfrente dificuldades técnicas e a biometria facial não for viável, a Anatel determinou que as operadoras ofereçam métodos alternativos para garantir a identificação segura do titular.
A implementação da nova exigência será dividida em etapas para garantir a adaptação dos sistemas e evitar filas. Confira as datas definidas pela agência reguladora:
Os consumidores que já possuem linhas telefônicas ativas e não realizarem a biometria facial dentro da janela estipulada poderão sofrer sanções. Segundo a regulamentação, os números que continuarem sem identificação após o prazo limite de janeiro de 2029 poderão ser bloqueados, suspensos e cancelados em definitivo pelas operadoras.
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