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Novos radares na BR-376 começam a multar nesta quarta (14)
Impacto ambiental
Serviço vale para equipamentos de até 30 quilos e está disponível em mais de 6,8 mil agências no país; veja o que pode ser entregue
A partir desta quarta-feira (14), as agências dos Correios passam a receber lixo eletrônico, para fazer o descarte de maneira totalmente gratuita.
O serviço está disponível por tempo indeterminado em todas as 6.868 unidades brasileiras que contam com o Balcão Cidadão. A iniciativa é uma parceria dos Correios com a empresa Circular Brain e busca dar o destino correto e sustentável aos aparelhos que ficam acumulando poeira na casa dos brasileiros.
O serviço permite o descarte gratuito de equipamentos até 30 quilos. Para se livrar do lixo eletrônico, basta colocar os aparelhos em uma caixa aberta, de no máximo 1 metro cúbico, e levar até a agência mais próxima.
No balcão de atendimento, o funcionário fará a checagem visual dos itens. Para concluir a entrega, o cidadão só precisa informar dados básicos, como nome, CPF, e-mail e telefone. O sistema gera um comprovante rastreado e o fechamento da caixa é feito ali mesmo, na frente do cliente.
Todo o processo é monitorado até que as peças cheguem ao sistema de logística reversa e ganhem a destinação correta na indústria.
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O foco da nova modalidade são os resíduos de pequeno e médio porte. Confira as regras:
A dificuldade em achar locais adequados para o descarte gerou um impacto ambiental gigante no país. Atualmente, o Brasil é o terceiro maior gerador de resíduos eletrônicos da América do Sul. Segundo dados de 2024 da Organização das Nações Unidas (ONU), o país produz 2,4 milhões de toneladas de lixo desse tipo todos os anos, mas apenas 3% é recolhido da forma certa.
Além do risco de contaminação do solo e da água, guardar eletrônicos estragados gera prejuízo. De acordo com o diretor executivo da Circular Brain, Marcus Oliveira, o hábito desperdiça matéria-prima:
“Quando ficam parados em casa, sem utilidade, esses eletrônicos deixam de ser reciclados. Com isso, a indústria perde muitas matérias-primas que poderiam voltar à cadeia produtiva sem a necessidade de explorar novamente o meio ambiente”, explica o diretor.
Para encontrar mais serviços e informações úteis, acesse o Massa.com.br.
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