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Entenda a função de cada atendimento no SUS de Curitiba e confira como agir para salvar vidas enquanto aguarda o socorro
Em momentos de desespero e nervosismo, saber qual serviço de saúde acionar pode ser a diferença vital para salvar uma vida. Em Curitiba, a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) divide as urgências e emergências em três frentes principais de socorro, com algumas diferenças. Entre elas temos o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).
A diretora do Departamento de Urgência e Emergência de Curitiba, Ester do Nascimento Ribas, reforça a importância da informação prévia para a população: “É fundamental que as pessoas conheçam como esses serviços funcionam, visto que nas situações de urgência e emergência, quando a preocupação e ansiedade tomam conta, tudo fica nebuloso”.
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A principal dúvida dos moradores é sobre qual telefone discar na hora do acidente ou do mal-estar súbito. A regra básica de acionamento é:
Se o cidadão ligar para o número errado na hora da aflição, não precisa entrar em pânico. A própria central de atendimento identifica a natureza da ocorrência e transfere a ligação rapidamente para a equipe correta.
Em casos de dúvidas sobre o estado de saúde, o Samu também pode orientar o paciente por telefone.
“Nossa equipe médica vai fazer as perguntas adequadas e direcionar o melhor serviço para você. Seja enviando uma ambulância ou orientando que busque a unidade de pronto atendimento mais próxima”, explica o enfermeiro do Samu, Vitor Oliveira Cambuy Castilho.
As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) são estruturas que funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana. Elas são a porta de entrada para urgências e emergências de média complexidade.
Geralmente, o paciente chega à UPA por meios próprios e passa por uma triagem clínica rigorosa feita pela equipe de enfermagem. O atendimento médico não acontece por ordem de chegada, mas sim classificado pela prioridade e gravidade do quadro de saúde.
Ao discar 192 ou 193, a chamada cai diretamente na Central de Regulação. O primeiro profissional da triagem vai solicitar o endereço exato da ocorrência. Em seguida, a ligação é repassada para um médico regulador, que fará perguntas específicas para entender a gravidade do caso e definir qual é o tipo de ambulância ideal para o resgate.
Enquanto o socorro está a caminho, a principal orientação é seguir as instruções do médico pelo telefone e nunca abandonar o paciente ferido ou passando mal.
Para agilizar o trabalho dos socorristas assim que a ambulância estacionar, os familiares devem deixar separado um documento de identificação com foto da vítima. Caso a pessoa possua histórico de doenças, é fundamental ter em mãos receitas de remédios de uso contínuo ou documentos de alta hospitalar recente para auxiliar na decisão médica.
Dependendo do quadro clínico avaliado presencialmente, a equipe da ambulância pode encaminhar o paciente para estabilização em uma UPA ou diretamente para a ala de emergência de um hospital.
Para encontrar mais serviços e informações úteis, acesse o Massa.com.br.
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