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Festa de Santa Rita de Cássia terá novenas, procissão e bazar solidário em Curitiba
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Os estabelecimentos participantes serão divididos por temas, como rotas das massas e das carnes
Um dos bairros mais tradicionais de Curitiba vai virar palco de um grande circuito gastronômico e cultural durante o inverno. Entre os dias 4 de julho e 8 de agosto, restaurantes, vinícolas, espaços culturais e produtores locais participarão da primeira edição do Festival Gastronômico de Santa Felicidade, evento que pretende atrair mais de 50 mil pessoas.
A proposta do festival é transformar Santa Felicidade em uma rota interativa de experiências. Os estabelecimentos participantes serão divididos por temas, como rotas das massas e das carnes, incentivando o público a explorar diferentes endereços do bairro ao longo de 35 dias de programação.
Um dos principais atrativos será o passaporte oficial do evento, que funcionará como um guia para os visitantes. O documento poderá ser retirado já na abertura do festival, marcada para 4 de julho, no Bosque São Cristóvão, durante a tradicional Festa do Frango, Polenta e Vinho. O espaço tem capacidade para receber até 12 mil pessoas.
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A cada visita e consumo do prato oficial do Festival Gastronômico de Santa Felicidade, o participante receberá um registro no passaporte, acumulando acesso a descontos, brindes e itens colecionáveis exclusivos ligados ao evento.
Além da gastronomia, a organização aposta em experiências tecnológicas para ampliar a interação do público. QR Codes espalhados pelos restaurantes permitirão acesso a conteúdos digitais especiais pelo celular, incluindo vídeos, curiosidades sobre os estabelecimentos e até apresentações em 3D de alguns pratos participantes.
Com apoio da Prefeitura de Curitiba, o festival já integra oficialmente a programação de inverno da capital paranaense. Com 148 anos de história, Santa Felicidade se tornou um dos principais símbolos da influência italiana em Curitiba. O bairro recebeu o nome de Felicidade Borges, antiga proprietária das terras vendidas aos primeiros imigrantes italianos que chegaram à região.
Atualmente, o bairro tem cerca de 25 mil habitantes e mantém tradições que vão além da culinária, preservando casarões históricos, vinícolas, produção artesanal e costumes familiares que atravessam gerações.
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