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Mudança!
Atualização permite doações após os 70 anos e reduz o tempo de espera para quem fez tatuagens, piercings e exames como endoscopia
O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (12) a Portaria GM/MS nº 11.685/2026, que estabelece novas regras para a doação de sangue no Brasil. As mudanças buscam modernizar os critérios de triagem, reduzindo prazos de inaptidão temporária e permitindo que doadores idosos permaneçam ativos. As novas diretrizes entram em vigor a partir do dia 30 de setembro.
Para estar apto a doar, o voluntário precisa estar em boas condições de saúde, pesar no mínimo 50 kg, estar bem alimentado e descansado, além de apresentar documento oficial com foto (físico ou digital). Jovens de 16 e 17 anos podem doar mediante autorização dos responsáveis.
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A doação era permitida até os 69 anos (desde que a primeira doação tivesse ocorrido antes dos 60). Agora, doadores regulares podem continuar doando após os 70 anos, contanto que sejam aprovados na avaliação médica e respeitem os intervalos da faixa etária.
Antes se exigia a espera de seis meses (em locais seguros) ou até 12 meses. Agora o prazo cai para apenas 7 dias quando feito em locais que sigam as normas sanitárias de segurança.
Caso não seja possível comprovar o cumprimento das regras, o tempo de espera será de 4 meses. A regra passa a valer também para aplicações de botox, preenchimentos e microagulhamento.
Antes era necessário aguardar entorno de 12 meses após a retirada do acessório. Agora o período de espera caiu para 4 meses após a remoção.
De seis meses, o prazo foi reduzido para 4 no caso de exames ou uso não prescrito de anabolizantes.
Os prazos variam de acordo com a região e o grau de exposição. Quem esteve em municípios de risco ou áreas de mata precisará aguardar 30 dias, graças ao uso de novas tecnologias de testagem.
O sangue doado passará a contar com o teste NAT Plus, que além de detectar vírus como HIV e hepatites B e C, passará a identificar obrigatoriamente o parasita causador da malária. Além disso, o Brasil adotará o padrão internacional ISBT 128 de rastreamento de bolsas de sangue.
Outra novidade importante está na conservação de hemocomponentes: o tempo máximo de armazenamento das plaquetas sobe de 5 para 7 dias (sob rígido controle de qualidade), reduzindo o descarte e garantindo maior estoque para pacientes em tratamento oncológico ou quimioterápico.
Para encontrar mais serviços e informações úteis, acesse o Massa.com.br.
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