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O volume de concreto empregado seria capaz de erguer dois edifícios de 46 andares
Às vésperas da inauguração, novos detalhes reforçam a dimensão da obra que promete transformar a mobilidade no litoral paranaense. A Ponte de Guaratuba, batizada de Ponte da Vitória, será oficialmente entregue nesta sexta-feira (01), conectando o município de Guaratuba ao balneário de Caiobá, em Matinhos.
Um dos destaques da construção está nos números: ao longo de dois anos, foram utilizadas cerca de 22 mil toneladas de cimento, volume suficiente para gerar aproximadamente 48 mil metros cúbicos de concreto. Todo o material foi produzido na unidade de Votorantim Cimentos em Rio Branco do Sul.
Com 1,2 quilômetro de extensão, a estrutura impressiona também pela escala comparativa. O volume de concreto empregado seria capaz de erguer dois edifícios de 46 andares, cada um com cerca de quatro apartamentos de 80 metros quadrados por pavimento.
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Para garantir desempenho e durabilidade, foram utilizados dois tipos de cimento: o CP V RS, voltado para alta resistência inicial e maior agilidade na execução, e o CP IV RS, indicado para estruturas expostas a ambientes agressivos, como regiões litorâneas, por oferecer maior impermeabilidade.
“No momento em que a Votorantim Cimentos completa 90 anos, temos muito orgulho de fazer parte de mais um capítulo do desenvolvimento do Paraná. A Ponte da Vitória é uma obra de grande relevância para a infraestrutura do Estado, consolidando-se como um importante corredor logístico, fortalecendo o turismo da região e contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento social e econômico do litoral paranaense”, afirma Lidiane Blank, gerente de Desenvolvimento de Negócios de Infraestrutura da empresa.
Presente no Paraná desde a década de 1950, a unidade de Rio Branco do Sul também se destaca por iniciativas ambientais. Foi a primeira do país a substituir combustíveis fósseis por resíduos e biomassa na produção de cimento, por meio do coprocessamento — tecnologia que hoje já representa cerca de 30% da substituição térmica na planta, contribuindo para a redução de emissões de CO₂.
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