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religião
Religiões compartilham tradições e rituais.
Nesta quinta-feira (19), o calendário religioso mundial registra uma rara coincidência com o início simultâneo do Ramadan, para os muçulmanos, e da Quaresma, para os cristãos.
Embora pertençam a tradições distintas, o Ramadan e a Quaresma convergem no uso do jejum como uma ferramenta essencial para o autocontrole, a purificação espiritual e o fortalecimento da responsabilidade coletiva.
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Para os cerca de 1,9 bilhão de muçulmanos no mundo, o Ramadan celebra o nono mês do calendário lunar islâmico, período em que o Alcorão foi revelado ao Profeta Muhammad.
Durante este mês, os fiéis abstêm-se de alimento e água entre o nascer e o pôr do sol, buscando estreitar relações com o universo espiritual e aproximar-se da realidade dos mais necessitados por meio de práticas intensificadas de caridade.
Simultaneamente, os cristãos iniciaram os 40 dias da Quaresma em preparação para a Páscoa, focando na conversão interior e na renúncia a hábitos prejudiciais.
Diferente do Ramadan, o jejum cristão varia conforme a tradição e pode incluir a abstinência de carne ou de outros prazeres, como doces e redes sociais.
Na mensagem deste ano, o Papa Leão XIV destacou a importância de um “jejum da língua”, incentivando os fiéis a desarmarem a linguagem e cultivarem a escuta e a gentileza, especialmente nos debates públicos.
No Ramadan e na Quaresma, a privação não é vista como um fim em si mesma, mas como um caminho para uma convivência mais harmoniosa e um recomeço espiritual.
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