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Atendimento ao cliente
Decreto já está em vigor para bancos, planos de saúde, companhias aéreas e telefonia; se a ligação cair, empresa deve retornar em até 5 minutos
O consumidor que precisa resolver problemas com grandes empresas passa a contar com regras mais duras contra a demora no atendimento. Já está em vigor o Decreto nº 13.135/2026, que estabelece regras mais rígidas para o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), obrigando a oferta de atendentes humanos e fixando limites para o tempo de espera na linha.
Quem descumprir as novas exigências pode sofrer sanções e multas aplicadas pelos órgãos de defesa do consumidor.
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Uma das principais mudanças é referente a ligação telefônica. Pelo novo decreto, pelo menos 80% das chamadas recebidas devem ser atendidas por uma pessoa em até 20 segundos. Para os demais casos, o tempo máximo de espera tolerado é de cinco minutos.
A medida também acaba com o problema comum da chamada derrubada sem solução, pois se a ligação cair durante a conversa, a empresa terá o dever de retornar o contato para o cliente em até cinco minutos.
Além disso, as companhias estão proibidas de tocar propagandas e anúncios comerciais durante o tempo em que o consumidor aguarda na linha. As empresas também são obrigadas a manter o histórico de gravações e mensagens por pelo menos 90 dias.
As novas regras definem padrões tanto para ligações quanto para canais digitais, como WhatsApp, chats e aplicativos:
Neste primeiro momento, o decreto é obrigatório para serviços regulados pelo Poder Executivo federal. Entre eles estão:
A fiscalização do cumprimento fica sob a responsabilidade da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e dos Procons.
O decreto mantém autorizada a utilização de inteligência artificial e chatbots para a triagem inicial e resolução de dúvidas rotineiras. A exigência é que o cliente tenha sempre a opção de transferir o contato para um atendente humano em tempo real.
A garantia atende a uma insatisfação comum dos consumidores, pois pesquisas recentes do setor apontam que a grande maioria das pessoas já passou por atendimento automatizado via robôs, mas mais da metade afirma que os sistemas robotizados não conseguiram resolver a solicitação apresentada, reforçando a importância do suporte humano.
Para encontrar mais serviços e informações úteis, acesse o Massa.com.br.
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