VENDA PARCIAL

Shopping Curitiba passa por venda de quase R$ 200 milhões

O acordo foi firmado com o Grupo Soifer

Shopping Curitiba
O pagamento será realizado no fechamento da transação. (Foto: Divulgação)

A administradora ALLOS anunciou nesta terça-feira (5) a venda de 49% de sua participação no Shopping Curitiba, em uma operação avaliada em R$ 193,7 milhões. O acordo, firmado com o Grupo Soifer, faz parte de uma estratégia de reestruturação do portfólio da companhia e ainda depende de condições para ser concluído.

O acordo foi firmado com o Grupo Soifer e integra um pacote mais amplo de reestruturação de portfólio e alocação de capital da companhia. Com isso, o grupo amplia ainda mais sua presença no mercado local, onde já controla o Shopping Mueller e possui participação no Pátio Batel.

Venda de parte do Shopping Curitiba movimenta milhões

Pelos termos definidos, o pagamento será realizado no fechamento da transação. Do total, 50% serão quitados à vista, em dinheiro, pelo Grupo Soifer. Os outros 28% poderão ser pagos em dinheiro ou por meio da subscrição de cotas do fundo imobiliário Pátria Malls, enquanto os 22% restantes poderão ser liquidados em dinheiro ou com cotas do FII Capitânia Securities.

LEIA TAMBÉM

A ALLOS informou que o valor final ainda poderá passar por ajustes, considerando um cap rate de 9,5% aplicado ao NOI (resultado operacional líquido) dos 12 meses anteriores ao fechamento da operação. Após a conclusão, a companhia deixará de ter participação no empreendimento.

A negociação ocorre dentro de uma estratégia mais ampla da empresa, que busca concentrar investimentos em ativos considerados líderes de mercado e localizados em regiões com maior potencial de crescimento econômico.

Grupo compra parte do Shopping Curitiba

Além do acordo envolvendo o shopping na capital paranaense, a companhia também divulgou tratativas relacionadas ao Amazonas Shopping e uma permuta de participações em centros comerciais situados em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.

Segundo comunicado, as operações têm como objetivo fortalecer ativos com melhor desempenho operacional. A conclusão dos negócios, no entanto, ainda depende do cumprimento de diligências, eventuais direitos de preferência e aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Para encontrar mais serviços e informações úteis, acesse o Massa.com.br