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Vem sol aí! Saiba quando o tempo estabiliza no Paraná
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Aparelho é utilizado na identificação de fenômenos.
As chuvas de verão no Paraná são marcadas por um fenômeno intrigante, registrado pelo pluviômetro. Enquanto um bairro enfrenta um temporal, o outro, a poucos quilômetros de distância, permanece seco. Veja o que é!
Esse comportamento, chamado de chuva localizada, foi observado recentemente no Litoral, onde Antonina e Pontal do Paraná registraram volumes drasticamente diferentes em estações próximas.
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Para monitorar essa dinâmica, o Simepar utiliza mais de 140 pluviômetros próprios, além de dados de órgãos como Cemaden e Sanepar, operando sob normas internacionais da Organização Meteorológica Mundial.
Essas características são identificadas a partir de um aparelho específico: o pluviômetro. O funcionamento do aparelho é baseado em um sistema de precisão mecânica.
A chuva entra em uma área de captação e escorre sobre uma báscula que, ao atingir 6,2 ml de água, movimenta-se como uma balança.
Cada movimento é contabilizado para calcular o milímetro de chuva. Na prática, um milímetro (1 mm) significa que um litro de água caiu em uma área de um metro quadrado.
Para entender a gravidade de uma tempestade, a Defesa Civil cruza esses dados com o tempo: volumes acima de 28 mm em apenas 15 minutos são classificados como fenômenos extremos.
A formação dessas chuvas depende da combinação de umidade, instabilidade e mecanismos de elevação do ar. Fatores como a urbanização (asfalto e concreto) e a vegetação influenciam diretamente onde a nuvem irá “descarregar”.
Para setores como a agricultura e energia, o Simepar vai além dos pontos fixos e utiliza a “chuva espacializada”, uma tecnologia que une radares e satélites para mapear o volume de água em áreas extensas, permitindo um planejamento de risco mais eficiente para a safra e a gestão de reservatórios.
Para mais notícias de previsão do tempo, acesse o Massa.com.br.
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