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Geração Z deve representar 58% da força de trabalho até 2030. Especialista revela estratégias para jovens se destacarem na disputa por vagas.
O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo para jovens em busca do primeiro emprego. E os números revelam uma transformação profunda: a Geração Z deve representar 58% da força de trabalho global até 2030, segundo o Fórum Econômico Mundial.
Para se destacar nesse cenário, qualificação profissional e domínio de Inteligência Artificial deixaram de ser diferenciais e viraram requisitos básicos.
Leonardo Andreoli, diretor nacional da Prepara IA, reuniu 10 dicas práticas para quem quer começar o ano preparado.
Dados recentes mostram que 86% dos jovens afirmam que suas escolhas profissionais estão diretamente ligadas às chances de crescimento e aprendizado dentro das organizações. Isso muda completamente o jogo para as empresas.
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Programas de capacitação contínua, acesso a mentorias e caminhos de desenvolvimento bem definidos são elementos considerados essenciais por essa geração.
Organizações que não oferecem perspectiva de evolução perdem na disputa por talentos.
Confira as recomendações de especialistas para aumentar suas chances em 2026:
Organize informações priorizando competências, cursos e experiências.
Para quem não tem vivência profissional, incluir atividades escolares, voluntariado e projetos pessoais faz diferença.
Evite currículos genéricos e personalize para cada vaga.
Mesmo quem não deseja seguir carreira em tecnologia precisa conhecer conceitos básicos de IA.
Compreender como essas ferramentas funcionam e como podem apoiar o trabalho aumenta a produtividade e melhora a capacidade de resolver problemas. Esse conhecimento virou pré-requisito em diversos setores.
Além da teoria, dominar aplicativos e plataformas de IA que auxiliam em organização, escrita, cálculos e pesquisa já é valorizado.
Empresas que aceleraram a digitalização buscam candidatos que saibam usar essas tecnologias desde o início.
A formação técnica segue como um diferencial importante para quem busca o primeiro emprego.
Além de desenvolver habilidades práticas, cursos profissionalizantes apresentam rotinas reais do mercado e demonstram iniciativa aos recrutadores.
Participar de cursos, desafios online, trabalhos voluntários ou criar pequenos projetos pessoais ajuda a demonstrar habilidades.
Isso reúne evidências práticas de aprendizado que compensam a falta de experiência formal.
Planejar o ano com antecedência auxilia na disciplina e no foco.
Especialistas recomendam organizar um cronograma mensal com cursos, leituras e objetivos profissionais.
Revise essas metas trimestralmente para ajustar a rota.
Habilidades como comunicação, trabalho em equipe, organização e resiliência continuam entre as mais buscadas pelas empresas.
Cursos, atividades extracurriculares e projetos colaborativos contribuem para amadurecer essas competências.
Esses ambientes oferecem contato direto com empresas, ajudam a entender tendências e ampliam a rede de contatos.
Para quem está começando, networking é essencial.
Aproveite esses espaços para fazer perguntas e conhecer profissionais da área de interesse.
O mercado passa por mudanças rápidas. Conhecer áreas aquecidas, como tecnologia, logística, varejo e serviços, ajuda a direcionar sua qualificação e suas candidaturas.
Acompanhe relatórios de empregabilidade e tendências do setor.
Sites e aplicativos de vagas facilitam o acesso às oportunidades.
Criar perfis completos e enviar candidaturas regularmente contribui para treinar o olhar do candidato e aumentar as chances de contratação.
Mantenha seu perfil atualizado e ative alertas de vagas.
“Combinando qualificação, domínio de novas tecnologias e preparação antecipada, os jovens podem iniciar 2026 mais competitivos e bem-posicionados para aproveitar as oportunidades em um mercado em constante transformação”, finaliza Leonardo Andreoli.
Com a Geração Z assumindo protagonismo no mercado, a disputa por vagas tende a se intensificar. Quem se antecipar e investir em formação tem mais chances de sair na frente.
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