Tragédia
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Criança foi salva pela dona do zoológico que pulou no recinto; suspeito de tentativa de homicídio foi preso
A família do menino de apenas três anos que foi gravemente ferido em um ataque de crocodilo decidiu se manifestar pela primeira vez. Em um comunicado emocionante divulgado pela polícia, os pais agradeceram o esforço heróico da equipe do zoológico que salvou a vida do pequeno.
O caso aconteceu no zoológico Johnsons of Old Hurst, em Cambridgeshire, na Inglaterra. De acordo com as autoridades locais, a criança foi puxada do recinto por funcionários após um incidente desesperador que mobilizou equipes de emergência e chocou os visitantes do local.
Atualmente, o foco dos familiares está totalmente voltado para o tratamento médico. O menino segue internado em estado estável, mas as lesões são consideradas sérias e exigem cuidados intensivos e prolongados para sua total reabilitação.
A dona do zoológico, Tracey Johnson, foi apontada como a grande heroína do dia. Relatos indicam que ela não hesitou e pulou dentro da área dos répteis para resgatar o menino assim que percebeu que ele havia caído no fosso dos animais.
“Queremos agradecer aos funcionários do zoológico que resgataram nosso filho do recinto. Estamos verdadeiramente gratos pelo apoio público e por todos os envolvidos em sua recuperação no hospital”, afirmou a família em nota oficial enviada à imprensa.
O menino permanece no Addenbrooke’s Hospital, em Cambridge. Apesar da estabilidade clínica, a polícia reforçou que ele enfrenta um “longo caminho para a recuperação” devido à gravidade dos ferimentos causados pelas mordidas do animal.
A investigação policial trouxe detalhes perturbadores sobre o caso. Um homem de 30 anos, morador de Norfolk, foi preso sob suspeita de tentativa de homicídio logo após o incidente. O suspeito sofre de problemas cognitivos e estaria no zoológico acompanhado por cuidadores.
Após a prisão, o homem foi liberado sob fiança pouco tempo depois. Segundo a polícia de Cambridgeshire, ele foi avaliado por especialistas e considerado “sem condições de ser interrogado”.
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